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dc.contributor.authorPereirinha, Filipe
dc.date.accessioned2011-04-18T13:22:53Z
dc.date.available2011-04-18T13:22:53Z
dc.date.issued2009
dc.identifier.issn1646-236X
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10437/1121
dc.description.abstractRESUMO: Procuramos mostrar que a nossa época é dominada pelo imperativo do mais «mais, ainda» (encore), recorrendo para isso a diversos exemplos, colhidos em particular nos domínios do amor e da sexualidade, bem como em alguns dos «novos sintomas» e outras manifestações. ABSTRACT: We want to show that our time is dominated by the more «moreover» (encore), using for that several examples taken particularly on the love and sexuality fields, as well as on some «new symptoms» and other signs.pt
dc.formatapplication/pdf
dc.language.isoporpt
dc.publisherEdições Universitárias Lusófonaspt
dc.relation.ispartofseriesNº 9/10 (2010)pt
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPSICOLOGIApt
dc.subjectSEXUALIDADEpt
dc.subjectFREUD, SIGMUNDpt
dc.subjectLACAN, JACQUESpt
dc.subjectPSYCHOLOGYen
dc.subjectSEXUALITYen
dc.titleMais, aindapt
dc.typearticlept
Aparece nas colecções:Afreudite : Revista Lusófona de Psicanálise Pura e Aplicada nº 11/12 (2010)

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