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Título: Distócia em répteis ovíparos
Autores: Campos, Sónia, orient.
Serafim, Ana Margarida Braz Ramos
Palavras-chave: MESTRADO INTEGRADO EM MEDICINA VETERINÁRIA
VETERINÁRIA
MEDICINA VETERINÁRIA
RÉPTEIS
DISTÓCIA
VETERINARY MEDICINE
REPTILES
DYSTOCIA
Data: 2019
Resumo: O número de répteis em cativeiro está a aumentar, estando a tornar-se mais populares como animais de estimação em coleções privadas, em zoológicos e atrações relacionadas com fins educacionais. Além disso muitas espécies ameaçadas de extinção estão a ser criadas em cativeiro como parte de programas cooperativos de reprodução e reintrodução entre diferentes instituições (DeNardo et al., 2002; Kramer, 2006; Rivera, 2008; Snyder et al., 1996). (Robyn H. Pimm, 2013) Embora tenham sido desenvolvidas diretrizes específicas para a criação de animais em cativeiro, tendo como base os seus contrapartes selvagens, restam alguns desafios que podem afetar a saúde e o bem-estar a longo prazo dos animais. É difícil replicar fatores que têm um papel fundamental na regulação de eventos comportamentais e fisiológicos como as variações sazonais de temperatura, humidade, fotoperíodo e disponibilidade de presas / alimentos. Como resultado, o início ou recrudescimento de diferentes estágios do ciclo reprodutivo e os comportamentos de corte, acasalamento e nidificação podem ser afetados negativamente (DeNardo, 2002; Greenberg e Wingfield, 1987). Durante o estágio curricular foram observados alguns répteis, sendo que quatro deles apresentaram-se com distócia reprodutiva, uma situação muito comum em répteis fêmeas em cativeiro. A maioria das patologias reprodutivas, especialmente distócias advêm de um mau maneio geral, incluindo maneio nutricional, pois, como já referido, o ambiente recriado em cativeiro não é adequado ao animal e qualquer estímulo stressante nas últimas fases da reprodução, pode causar uma rutura no funcionamento normal da função reprodutiva. As espécies reptilianas que mais frequentemente surgem para consulta pertencem à ordem Chelonia e subordens Sauria e, menos frequentemente, Serpentes e será nestes que esta dissertação irá incidir.
The number of reptiles in captivity is increasing as they are becoming more popular as pets, in animal collections, in zoos, and related attractions for educational purposes. Also, many endangered species are being bred in captivity as part of cooperative breeding and reintroduction programs between different institutions (DeNardo et al., 2002, Kramer 2006, Rivera 2008, Snyder et al., 1996). Although specific guidelines for captive breeding have been developed based on their wild-type counterparts, some challenges remain that may affect the health and long-term welfare of animals. It is difficult to replicate factors that play a key role in regulating behavioural and physiological events such as seasonal variations in temperature, humidity, photoperiod, and availability of food. As a result, the onset or regrowth of different stages of the reproductive cycle and the behaviour of mating, mating and nesting can be adversely affected (DeNardo, 2002; Greenberg and Wingfield, 1987). During the curricular stage there were observed some reptiles, four of which presented with reproductive dystocia, a situation very common in female reptiles in captivity. Most reproductive pathologies, especially dystocia, stem from poor general management, including nutritional management, because, as noted, the environment recreated in captivity is not suitable for the animal and any stressing stimuli in the later stages of reproduction may cause a break in the normal functioning of the reproductive function. The reptilian species that most frequently appear for consultation belong to the order Chelonia and suborder Sauria and, less often, Serpentes and will be in these that this dissertation will focus .
Descrição: Orientação: Sónia Campos
URI: http://hdl.handle.net/10437/9675
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Mestrado Integrado em Medicina Veterinária

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