Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10437/7685
Título: As PME e a sua internacionalização: um estudo de caso
Autores: Pinto, Marlene
Pereira, Raquel
Palavras-chave: INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS
BUSINESS INTERNATIONALIZATION
PME
SME
GESTÃO
MANAGEMENT
Data: 2016
Editora: Edições Universitárias Lusófonas
Resumo: A crescente interdependência dos países e mercados é uma realidade incontornável. As empresas concorrem num mercado global, que lhes coloca novos e constantes desafios nos negócios e determina uma crescente relevância da internacionalização. No contexto português, esta afirmação assume uma pertinência muito particular. O tecido empresarial é fortemente caraterizado por Pequenas e Médias Empresas (PME), representando 79% do emprego e 66,5% do valor acrescentado (Comissão Europeia, 2014). Há autores que defendem que a internacionalização das empresas é fundamental para o desenvolvimento da nossa economia (Fernandes, 2014; Pais 2002; Simões 2010). Contudo, para que esta passagem aconteça, as empresas têm que rever comportamentos e possuir vantagens competitivas que lhe permitam usufruir do vasto leque de oportunidades que o fenómeno da globalização propicia. Utilizando a metodologia qualitativa, e o método do estudo de caso, os objetivos fundamentais deste trabalho são analisar e perceber, fazendo o enquadramento com a literatura, de que forma as PME abordam os mercados internacionais procurando, desse modo, dar resposta às seguintes questões: Que razões motivam e influenciam o processo de internacionalização? Que estratégias/modalidades escolhem? Que fatores de diferenciação possuem que lhes permitem competir nos mercados internacionais? Especificamente, pretende-se estudar e analisar o PI de três PME portuguesas, situadas na região Norte, e que operam em áreas de negócio completamente distintas. Os resultados indicam que o modelo Uppsala é útil para compreender o processo de internacionalização das PME. Contudo, também indicam que há empresas que iniciam a sua expansão internacional muito rapidamente e para mercados geograficamente dispersos, contrariando alguns princípios do modelo Uppsala. Para os casos em análise, as razões/fatores que motivam e influenciam a internacionalização, associados a fatores como o perfil dos gestores, o modelo de negócio, as networks em que a empresa poderá estar inserida, podem potenciar a decisão de, e de reforço, PI, o qual acontece usando como principal modo de entrada a exportação.
The increasing level of interdependency of countries and markets is an inescapable reality. Companies compete in a global market, which brings new and constant business challenges, resulting in the increasing importance of the internationalization process. In the context of Portugal, this statement is particularly pertinent. The business sector is, to a great extent, composed of Small and Medium Enterprises (SMEs), representing 79% of employment and 66.5% of added value (European Commission, 2014). Several authors believe that the internationalization of Portuguese companies is essential for economic development (Fernandes, 2014; Pais 2002; Simões 2010). However, this passage requires the introduction of new behaviors and competitive advantages to benefit of all opportunities that globalization process generates. Using a qualitative methodology, through the case study, our main goals are to analyze and to understand, in the framework provided by the academic literature, how SMEs approach the international markets, trying in this way to give an answer to the following questions: Which factors motivate and influence the internationalization process? Which are the strategies/modalities chosen? Which differentiating factors allow these companies to compete in international markets? Specifically, our goal is to study and to analyze the internationalization process of three Portuguese SMEs, located in the northern region of the country, which operate in completely distinct business branches. The results indicate that the Uppsala model is useful to understand the process of internationalization of SMEs. However, they also show that there are companies which begin their international expansion very rapidly and to geographically dispersed markets, in contradiction with some of the principles of the Uppsala model. In the cases we analyzed, the reasons/factors that motivate and influence the internationalization process, related to factors such as the manager’s profile, the business model, the networks which the company may be a part of, may stimulate the decision to begin, or to reinforce, the internationalization process, which uses mainly exporting as the mode of entry.
Descrição: R-LEGO - Revista Lusófona de Economia e Gestão das Organizações
URI: http://hdl.handle.net/10437/7685
ISSN: ISSN 2183-5845
Aparece nas colecções:R-LEGO - Revista Lusófona de Economia e Gestão das Organizações. nº 03 (2016)

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