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Título: Padrões de vinculação, autoestima e estados emocionais em crianças institucionalizadas e não institucionalizadas
Autores: Brites, José de Almeida, orient.
Farias, Ana Rita Coelho
Palavras-chave: MESTRADO EM PSICOLOGIA, ACONSELHAMENTO E PSICOTERAPIAS
PSICOLOGIA
VINCULAÇÃO
AUTOESTIMA
EMOÇÕES
CRIANÇAS INSTITUCIONALIZADAS
IPPA
RSES (ESCALA...)
RCADS (THE REVISED...)
CDI (INVENTÁRIO DE DEPRESSÃO...)
TESTES PSICOLÓGICOS
PSYCHOLOGY
ATTACHMENT
SELF-ESTEEM
EMOTIONS
INSTITUTIONALIZED CHILDREN
PSYCHOLOGICAL TESTS
Data: 2015
Resumo: De acordo com a teoria da vinculação, a qualidade da relação com as figuras parentais desempenha um papel fundamental na forma como os adolescentes se percebem a si e aos outros, contribuindo a qualidade destes laços para o desenvolvimento da autoestima e dos laços que se constroem posteriormente com os pares. Assim, as relações de vinculação assumem-se como significativas no desenvolvimento saudável de uma criança. Deste modo, esta investigação procurou verificar se os padrões de vinculação, a autoestima e os estados emocionais diferem entre as crianças institucionalizadas e as crianças não institucionalizadas. O presente estudo foi constituído por uma amostra de conveniência, englobando 46 crianças institucionalizadas e 50 crianças não institucionalizadas, com idades entre os 13 e os 15 anos (M=14.05; DP=0.863), de ambos os géneros. A comparação entre os dois grupos de crianças permitiu-nos perceber que a família desempenha um papel importante no desenvolvimento e na saúde mental da criança. Com esta investigação foi possível perceber que as crianças não institucionalizadas apresentam mais indícios de um padrão seguro do que as crianças institucionalizadas. Um outro resultado encontrado revela que ao nível da autoestima, ansiedade e depressão são as crianças institucionalizadas que apresentam maiores fragilidades, em comparação com as crianças que se encontram em meio familiar.
According to the attachment theory, the quality of the relationship with the parental figures plays a key role in how teenagers see themselves and the others. The quality of these ties contributes to the development of self-esteem and, later, to the development of ties with the pairs. Thereby, the attachment relationships are significant in the Healthy Development of a Child. Like this, this research examined if the attachment patterns, self-esteem and emotional states differ among institutionalized children and non-institutionalized children. This study consisted of a sample of convenience of 46 institutionalized children and 50 non-institutionalized children between 13 and 15 years old (M=14.05; DP=0.863) of both gendres. The comparison between the two groups of children allowed us to realize that the family plays an important role in the development and children's mental health. With this research it was revealed that non-instituationalized children have more evidence of a safe standard than the institutionalized children. Another result shows that about the level of self-esteem, anxiety and depression are the institutionalized children who shows more weakness compared with children who have familiar ties.
Descrição: Orientação: José de Almeida Brites
URI: http://hdl.handle.net/10437/6434
Aparece nas colecções:BIBLIOTECA - Dissertações de Mestrado
Mestrado em Psicologia, Aconselhamento e Psicoterapias

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