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Título: Ansiedade, depressão, stresse, estratégias de coping, suporte social em enfermeiros que trabalham por turnos e em regime de horário fixo diurno
Autores: Baptista, Américo, orient.
Pacheco, Ana Carolina Coelho Leite
Palavras-chave: PSICOLOGIA
PSICOLOGIA CLÍNICA
ANSIEDADE
DEPRESSÃO
STRESS
SUPORTE SOCIAL
COPING
TRABALHO POR TURNOS
ENFERMEIROS
COPE (ESCALA...)
ESSS
EADS
PSYCHOLOGY
CLINICAL PSYCHOLOGY
ANXIETY
DEPRESSION
STRESS
COPING
SOCIAL SUPPORT
SHIFT WORK
NURSES
MESTRADO EM PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE
TESTES PSICOLÓGICOS
PSYCHOLOGICAL TESTS
Data: 2013
Resumo: O presente estudo teve como objetivo comparar os estados emocionais dos enfermeiros, nomeadamente a ansiedade, depressão e o stresse, em função do regime de horário de trabalho, em horário fixo diurno e por turnos. Pretendeu-se também, explorar e compreender as variáveis moderadoras, nomeadamente as estratégias de coping e o suporte social, em relação às variáveis em estudo. Foi utilizada uma amostra composta por 56 profissionais de enfermagem do Hospital Dívino Espírito Santo de Ponta Delgada, dos quais, 53,6% praticavam turnos (N=30) e 46,4% tinham horário fixo diurno (N=26). Do grupo que trabalhava por turnos (N=30), 86,7% eram do sexo feminino (N=26) e 13,3% do sexo masculino (N=4). Do grupo que trabalhava em horário fixo diurno (N=20), 76,9% eram do sexo feminino (N=20) e 23,1% eram do sexo masculino (N=6). As idades eram compreendidas entre os 23 e os 53 anos (M=32,82; Dp= 8,05). Foi elaborado um protocolo de investigação composto por uma folha de dados sócio-demográficos e foram utilizadas as seguintes medidas: Escala de Coping (COPE) de Carver, Sheir & Weintraub (1989), Escala de Satisfação com o Suporte Social (ESSS) de Ribeiro (1999), e Escala de Depressão, Ansiedade e Stresse (DASS-42), de Lovibond & Lovibond (1995), traduzida por Baptista, Santos, Silva e Baptista, (1999). Os resultados do presente estudo evidenciaram que os enfermeiros que trabalham por turnos não apresentam mais ansiedade, depressão e stresse, em comparação com os enfermeiros que trabalham em horário fixo diurno. Verificou-se também, que em ambos os grupos, a utilização do suporte social apresentou-se associada a menores níveis de ansiedade, depressão e stresse, com valores mais elevados para os enfermeiros que trabalham por turnos. Relatativamente às estratégias de coping, não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas em relação às variáveis em estudo.
This study main goal aimed to compare nurses emotional states, including depression, anxiety and stress, according to their work system regimen (shift work and non-shift work). It was also intended to explore and to understand moderating variables impact, namely coping strategies and social support. This research was conduced on a 56 nurses sample, working in Dívino Espírito Santo Hospital, from which, 53,6% practice shift work (N=30), and 46,4% practice normal diurnal work (N=26). From these study results, it was possible to conclude that from shift work group (N=30), 86,7% were female nurses (N=26) and 13,3% male nurses (N=4). That from non-shift work group (N=26), 76,9% were female nurses (N=20) and 23,1% male nurses (N=6). With ages between 23 and 53 years old (M=32,8; DP=8,05). It was devoloped a research protocol including a demographic data questionnaire and it was used the following measurements: the Scale of Cope (Carver, Sheir & Weintraub, 1989), the Social Support Scale (Ribeiro, 1999) and Depression, Anxiety, Stress Scale (Lovibon & Lovibon, 1995), translated by Baptista, Santos, Silva and Baptista (1999). The results reveal there nurse’s shift workers none present more anxiety, depression and stress when compared nurses non-shift-workers. It was found in both groups, that social support was associated a lower anxiety, depression and stress levels, although shift worker nurses reported higther social support level than non shift worker nurses. In relation to coping strategies, there was no statistically significant differences between both groups.
Descrição: Orientação: Américo Baptista
URI: http://hdl.handle.net/10437/4996
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Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde

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