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dc.contributor.authorOtinta, Jorge-
dc.date.accessioned2021-05-27T17:14:21Z-
dc.date.available2021-05-27T17:14:21Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.issnISSN 2616 - 3233-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10437/12039-
dc.descriptionSintidus-
dc.description.abstractSabe-se que o intelectual é aquela figura pensante que atua, através de suas contemplações, no mistério contido nas coisas. É o Homem que persiste e, por isso mesmo, aposta na capacidade da resistência continuada, advogando a causa da superação. Eis porque objetivamos no presente artigo refletir sobre suas representações nas literaturas de língua portuguesa, em especial em Angola e na Guiné-Bissau e, simultaneamente, sobre suas atuações como agente motor das transformações sociais, culturais e políticas no seu espaço geográfico. É, por isso, que superando-se, ele, humanamente falando, apresenta saídas possíveis para os problemas que afetam os seres humanos. Assim, pretendemos ilustrar como nossos intelectuais têm atuado desde a proclamação dos Estados guineense e angolano, desde 1973 e 1975, respectivamente.pt
dc.formatapplication/pdf-
dc.language.isoporpt
dc.publisherUniversidade Lusófona da Guinépt
dc.rightsopenAccess-
dc.subjectGUINÉ-BISSAUpt
dc.subjectGUINEA-BISSAUen
dc.subjectANGOLApt
dc.subjectLITERATURApt
dc.subjectLITERATUREen
dc.titleO devir como construção literária: Representações do intelectual nas literaturas angolana e guineensept
dc.typearticlept
Aparece nas colecções:Sintidus n.º 3 (2020)

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