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dc.contributor.advisorJúdice, Pedro Alexandre Barracha Guerra, orient.-
dc.contributor.authorTeno, Sabrina Costa-
dc.date.accessioned2021-04-07T16:41:21Z-
dc.date.available2021-04-07T16:41:21Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10437/11792-
dc.descriptionOrientação: Pedro Alexandre Barracha Guerra Júdice pt
dc.description.abstractPermanecer por várias horas em comportamento sedentário (CS) está associado ao risco aumentado de mortalidade por qualquer causa, incidência de diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares (DCV), independentemente da realização de atividade física. Pacientes com doença das artérias coronárias (DAC), após passarem por um evento cardíaco significativo, são encaminhados para programas de reabilitação cardíaca (RC) em que são encorajados a mudar os seus hábitos de vida e a realizar exercício físico. Contudo, a maioria dos programas de RC não tem orientações específicas a respeito da acumulação do CS dos seus integrantes e poucos têm mantido um acompanhamento por mais de 6 meses a fim de verificar alterações neste tipo de comportamento. Os programas de RC normalmente seguem as diretrizes de treinos com intensidade moderada e sem periodização, em contrapartida, um programa periodizado oriundo do treino desportivo, com maiores variações de intensidade ao longo do tempo, vem sendo estudado por apresentar resultados favoráveis na melhoria do VO2 pico, capacidade funcional e composição corporal dos participantes. Considerando os poucos estudos existentes no que toca ao CS em pacientes de RC, o impacto que ambos os tipos de treino poderão ter no CS destes pacientes é desconhecido, havendo indícios de que o CS poderia aumentar nos dias de não treino, por consequência de um potencial mecanismo compensatório relativo aos dias de treino. Assim, o objetivo desta investigação foi verificar, primeiramente através de uma revisão sistemática, qual o panorama atual dos programas de RC no que diz respeito ao CS. Posteriormente, através de um estudo controlado randomizado com recurso à acelerometria, comparou-se o efeito do treino periodizado vs não periodizado no CS de pacientes nos dias em que não treinam, após um ano de intervenção. A nossa pesquisa indica que os programas de RC não estão a conseguir reduzir o tempo passado em CS e os nossos resultados apontam para que, independentemente do tipo de periodização do treino aplicado em pacientes com DAC, o tempo despendido em CS não se altera, sem que haja no entanto, um aumento deste comportamento em ambos os casos.pt
dc.description.abstractProlonged time in sedentary behavior (SB) is associated with an increased risk of mortality from all causes, incidence of type 2 diabetes and cardiovascular disease regardless of physical activity levels. Patients with coronary artery disease (CAD), after experiencing a significant cardiac event, are referred to cardiac rehabilitation (CR) programs in which they are encouraged to change their lifestyle and exercise. However, most programs do not present specific guidelines for the reduction of SB and few have been monitoring for more than 6 months in order to verify changes in this type of behavior. The CR programs usually follow the training guidelines with moderate intensity and without periodization, in contrast, a periodized program traditionally from sports training, with greater variations of the intensity over time, has been generating favorable results in improving VO2 peak, functional capacity, and body composition of patients. In view of the few studies focusing on SB in CR patients, the impact of both type of training programs on patients’ SB is still unknown, and there are some indications suggesting that these patients may potentially increase SB on the non-training days, as a result of a potential compensatory mechanism. Thus, the aim of this investigation was to verify, first through a systematic review, what is the current knowledge about CR programs with regard to SB and, through a randomized controlled study using accelerometry, the effect of periodized training vs non- periodized training in the SB of patients in CR on the non-training days, after one year of intervention. Our investigation indicates that CR programs are failing to reduce the time spent in SB and our results indicate that regardless of the type of periodization of the training, the time spent on SB is mantained, thus not increasing.en
dc.formatapplication/pdf-
dc.language.isoporpt
dc.rightsopenAccess-
dc.subjectMESTRADO EM EXERCÍCIO E BEM-ESTARpt
dc.subjectDESPORTOpt
dc.subjectSPORTen
dc.subjectEDUCAÇÃO FÍSICApt
dc.subjectPHYSICAL EDUCATIONen
dc.subjectATIVIDADE FÍSICApt
dc.subjectPHYSICAL ACTIVITYen
dc.subjectSEDENTARISMOpt
dc.subjectSEDENTARINESSen
dc.subjectEXERCÍCIO FÍSICOpt
dc.subjectPHYSICAL EXERCISEen
dc.subjectREABILITAÇÃO CARDÍACApt
dc.subjectCARDIAC REHABILITATIONen
dc.titleComportamento sedentário em pacientes de reabilitação cardíacapt
dc.typemasterThesispt
dc.identifier.tid202634809pt
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Mestrado em Exercício e Bem-Estar

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