Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10437/117
Título: Resistência e clandestinidade
Autores: Iglésias, Olga
Palavras-chave: AFRICANOLOGIA
IDEOLOGIAS POLÍTICAS
MOÇAMBIQUE
INDEPENDÊNCIA
AFRICAN CULTURAL STUDIES
POLITICAL IDEOLOGIES
MOZAMBIQUE
INDEPENDENCE
FRELIMO
FRELIMO
UDENAMO
UDENAMO
MANU
MANU
UNAMI
UNAMI
ESTUDOS LUSÓFONOS
ESTUDOS AFRICANOS
COLONIALISMO
HISTÓRIA DE MOÇAMBIQUE
LUSOPHONE STUDIES
AFRICAN STUDIES
COLONIALISM
RESISTANCE
HISTORY OF MOZAMBIQUE
RESISTÊNCIA
Data: 2008
Editora: Edições Universitárias Lusófonas
Resumo: Neste artigo a reflexão incide sobre a formação, a prática e a ideologia dos movimentos de libertação, como o ponto mais alto da resistência moçambicana ao regime colonial português. As balizas cronológicas deste nosso estudo, o tempo - de 1926 a 1962 - favorece a forma por nós eleita: a clandestinidade, num modo ascendente do protesto à luta armada, a análise de uma prática conspirativa, no quadro do nacionalismo. Os conceitos operativos de resistência, clandestinidade, repressão, violência e emancipação permitem-nos delimitar o tratamento de fontes à questão principal – a ligação entre as associações africanas e os movimentos de libertação. Nunca é por demais destacar a importância do tema. O seu aprofundamento levar-nos-á a analisar o contexto histórico do surgimento e implantação dos movimentos de libertação, compreender o seu papel, analisar a estratégia e a táctica seguidas, compreender a natureza violenta do colonialismo português, bem como o papel da violência na emancipação do povo moçambicano. A metodologia seguida, do estudo de trabalhos já produzidos à pesquisa de fontes escritas e orais que cruzámos e interpretámos, procurando novos caminhos que se afastam da história oficial e, abrem novas perspectivas para compreender a fragilidade e as limitações das iniciativas africanas na luta pela independência.
In this article, the reflection happens on the formation, the practical and the ideology of the release movements, as the highest point of the Mozambican resistance to the Portuguese colonial regimen. The chronological beacons of our study, the time - from 1926 to 1962 - favours the form elected by us: the clandestinely, in an ascending way of the protest to the armed fight, the analysis of a practical conspirator, in the picture of the nationalism. The operative concepts of resistance, clandestinely, repression, violence and emancipation, allow us to delimit the treatment of sources to the ultimate issue - the linking between the African associations and the release movements. It's never an excess detaching the importance of the subject. Going deeper will take us to analyze the historical context of the sprouting and implantation of the release movements, understand its paper, analyze the strategy and tactic followed, understand the violent nature of the Portuguese colonialism, as well as the paper of the violence in the emancipation of the people from Mozambique. The followed methodology of the study, of already produced works to the research of written and oral sources that we've crossed and interpreted, looking new ways that move away from the official history and, open new perspectives to understand the fragility and limitations of the African initiatives in the fight for independence.
Descrição: Africanologia : Revista Lusófona de Estudos Africanos
URI: http://hdl.handle.net/10437/117
ISSN: 1645-9970
Aparece nas colecções:Africanologia : Revista Lusófona de Estudos Africanos nº 01

Ficheiros deste registo:
Ficheiro Descrição TamanhoFormato 
olga_iglesias.pdf648.22 kBAdobe PDFVer/Abrir


Todos os registos no repositório estão protegidos por leis de copyright, com todos os direitos reservados.