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Título: Revisão sistemática do impacto do ambiente físico das unidades de saúde no bem-estar de adolescentes diagnosticados com cancro
Autores: Lamela, Diogo, orient.
Vidal, Carla Sofia Alves
Palavras-chave: MESTRADO EM PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE
PSICOLOGIA
PSICOLOGIA CLÍNICA
PSICOLOGIA DA SAÚDE
ADOLESCENTES
CANCRO
BEM-ESTAR
HOSPITAIS
RECUPERAÇÃO FÍSICA
JOVENS ADULTOS
PSYCHOLOGY
CLINICAL PSYCHOLOGY
HEALTH PSYCHOLOGY
ADOLESCENTS
CANCER
WELLNESS
HOSPITALS
PHYSICAL RECOVERY
YOUNG ADULTS
Data: 2019
Resumo: A investigação tem enfatizado o impacto do ambiente físico hospitalar no bem-estar e recuperação de pacientes que experienciam um internamento ou lidam com uma doença crónica, como o cancro. A Teoria de Design de Suporte de Ulrich (1991) sustenta as descobertas de anos de pesquisa na área dos ambientes de saúde. Um diagnóstico de cancro nos anos de transição entre a infância e a idade adulta pode ter um impacto muito significativo. A literatura revela que as experiências dos adolescentes são frequentemente exploradas em conjunto com as de crianças ou adultos, no entanto, os adolescentes têm necessidades e interesses distintos. Por este motivo, têm surgido unidades especificas, como as Teenage Cancer Trust no Reino Unido, com o objetivo de proporcionar um ambiente favorável às necessidades exclusivas dos adolescentes. Para melhor compreendermos o impacto que o ambiente das unidades hospitalares tem em adolescentes e jovens adultos (AJA) diagnosticados com cancro, procedeu-se a um levantamento sistemático da literatura científica entre janeiro de 1999 a julho de 2019 com o objetivo de identificar estudos empíricos que avaliassem essas variáveis. Os resultados revelaram que AJA inseridos em unidades para adultos ou pediátricas sentem desconforto devido a um sentimento de experiência não partilhada com os restantes pacientes que pode levar ao isolamento. Adaptações simples, como acesso a uma ala especifica para jovens, internet ou a privacidade fornecida por uma sala adicional podem atenuar os efeitos. Um ponto com destaque diz respeito à comunicação com a equipa multidisciplinar que trabalha com esta coorte. A abordagem deve ser adequada à idade e a comunicação direta deve ser privilegiada. Pode-se argumentar que cuidar de AJA numa unidade específica atenderia melhor às necessidades identificadas. No entanto, deve-se reconhecer que há escassez de literatura e de pesquisas mensuráveis com foco na avaliação das unidades AJA existentes.
Research has emphasized the impact of the physical hospital environment on the well-being and recovery of patients experiencing an inpatient treatment or dealing with a chronic illness, such as cancer. Ulrich's Theory of Supportive Design (1991) underpins the findings of years of research in healthcare environments. A diagnosis of cancer in the transition years between childhood and adulthood can have a very significant impact. The literature reveals that adolescents' experiences are often explored together with those of children or adults, however, adolescents have different needs and interests. For this reason, specific units, such as the Teenage Cancer Trust in the United Kingdom, have emerged to provide an environment conducive to the unique needs of adolescents. In order to better understand the impact that the environment of hospital units has on adolescents and young adults (AYA) diagnosed with cancer, a systematic literature review was carried out between January 1999 and July 2019 to identify empirical studies that evaluated these variables. The results revealed that AYA inserted in adult or pediatric units experience discomfort due to a feeling of experience not shared with other patients that may lead to isolation. Simple adaptations, such as access to a youth-specific ward, Internet, or the privacy provided by an additional room can mitigate the effects. A highlight is the communication with the multidisciplinary team that works with this cohort. The approach should be age-appropriate and direct communication should be privileged. It can be argued that caring for AYA in a specific unit would better meet the identified needs. However, it should be recognized that there is a dearth of measurable literature and research focusing on the assessment of existing AYA units.
Descrição: Orientação: Diogo Lamela ; co-orientação: Ana Luísa Cardoso Marques Teixeira Loureiro
URI: http://hdl.handle.net/10437/10366
Aparece nas colecções:BIBLIOTECA - Dissertações de Mestrado
Mestrado Em Psicologia Clínica e da Saúde

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