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Título: Perceções sociais sobre doença mental numa amostra de professores e profissionais de saúde
Autores: Alho, Laura, orient.
Rodrigues, Joana Filipa Lages
Palavras-chave: MESTRADO EM PSICOLOGIA FORENSE
PSICOLOGIA
PSICOLOGIA FORENSE
CRENÇAS
DOENÇAS MENTAIS
MITOS
PROFISSIONAIS DE SAÚDE
GÉNERO
PSYCHOLOGY
FORENSIC PSYCHOLOGY
BELIEFS
MENTAL ILLNESSES
MYTHS
HEALTH CARE PROFESSIONALS
PROFESSORES
GENDER
TEACHERS
Data: 2020
Resumo: Uma em quatro pessoas reúne critérios suficientes para o diagnóstico de doença mental, em algum momento da sua vida, constituindo uma crescente preocupação de saúde pública. A doença mental é um conjunto de sintomas ou comportamentos associados na maior parte dos casos a ansiedade e com interferência nas funções pessoais reconhecíveis clinicamente. São caracterizadas, essencialmente, por alterações no pensamento, humor ou comportamento, associadas a sintomas de angústia. A presente investigação teve como objetivo avaliar os mitos e estigmas relacionados com a existência de doença mental e verificar as representações sociais, que possam ser encontradas numa amostra portuguesa (n = 431), especificamente em profissionais de saúde e professores. Pretendeu-se determinar se estes profissionais associam a doença mental a atitudes violentas, comportamentos desviantes e crime, e investigar quais os grupos sociais que detêm maior conhecimento sobre esta problemática. Os resultados revelaram que existem diferenças significativas entre os professores e os profissionais de saúde, tendo os professores mais mitos e crenças associados à doença mental em comparação com os profissionais de saúde. Em relação ao género verifica-se que os homens têm mais mitos associados que as mulheres, estando congruente com o que é encontrado na literatura internacional.
One in four people meets enough criteria for diagnosing mental illness at some point in their life, constituting a growing public health concern. Mental illness is a set of symptoms or behaviors associated in most cases with anxiety and with interference in clinically recognizable personal functions. They are essentially characterized by changes in thinking, mood or behavior, associated with symptoms of distress. This research aimed to evaluate the myths and stigmas related to the existence of mental illness and to verify the social representations that can be found in a Portuguese sample (n= 431), specifically in health professionals and teachers. It was intended to determine if these professionals associate mental illness with violent attitudes, deviant behavior and crime, and to investigate which social groups have the greatest knowledge about this problem. The results revealed that there are significant differences between teachers and health professionals, with teachers having more myths and beliefs associated with mental illness compared to health professionals. Regarding gender, men have more associated myths than women which is consistent with what is found in the international literature.
Descrição: Orientação: Laura Alho
URI: http://hdl.handle.net/10437/10250
Aparece nas colecções:BIBLIOTECA - Dissertações de Mestrado
Mestrado em Psicologia Forense

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