Teoria política marxista e saúde coletiva: percepção de trabalhadores em um processo de (de)formação crítica

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Teoria política marxista e saúde coletiva: percepção de trabalhadores em um processo de (de)formação crítica

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Title: Teoria política marxista e saúde coletiva: percepção de trabalhadores em um processo de (de)formação crítica
Author: Carnut, Leonardo; Mendes, Áquilas; Gondinho, Brunna; Lopes, Tarsila; Mendes, Samara
Abstract: O artigo analisa a percepção de trabalhadores do Sistema Único de Saúde sobre a relação política e Saúde Coletiva através de uma mescla de metodologias ativas de ensino-aprendizagem em um Curso de Formação Política em Saúde. Ao término do processo, oitenta e oito trabalhadores que participaram do curso responderam uma entrevista semiestruturada, cujo tópico analisado neste estudo referiu-se a percepção deles sobre esta relação. Para isso, utilizou-se uma análise de conteúdo do discurso, do tipo frequencial, cujas unidades de texto foram as proposições e/ou sentenças. As categorias mais frequentes foram “Perceberam que as ações no contexto da saúde e da Saúde Coletiva são políticas”; “Ampliar a compreensão sobre saúde e a pensar de forma diferente” e “Desconstrução sobre a relação entre saúde coletiva e política”. A percepção dos trabalhadores sobre a relação política e Saúde Coletiva ampliou seu escopo de acordo com a perspectiva crítica desejada. Passou-se de uma visão institucional para uma visão totalizante em sua situação de clivagem de classe. Compreendeu-se que o processo de ensino-aprendizagem vivenciado é o que poderia se caracterizar com uma verdadeira (de) formação crítica.The article analyzes the perception of workers of the Unified Health System on the relationship of politics and Collective Health through a mixture of active teaching-learning methodologies in a Course of Political Formation in Health. Eighty-eight workers who participated of the course answered a semi-structured interview, whose topic analyzed referred to their perception about this relationship. For this, a discourse analysis, in a frequencial type was used, whose units of text were the propositions and/or sentences. The most frequent categories were “They realized that actions in the context of Health and Collective Health are political”; “Widening understanding about health and thinking of it differently” and “Deconstruction on the relationship between collective health and politics”. The workers’ perception about the relationship between politics and Collective Health expanded its scope according to the desired critical perspective. It was changed since the institutional vision for a totalizing vision of the workers in its situation of class cleavage. It was understood that the teaching-learning process experienced is what it could be characterized by a real critical (de)formation.L’article analyse la perception des travailleurs du Système Unifié de Santé sur la relation entre politique et la Santé Collective par le mélanger de méthodologies d’enseignement-apprentissage actives dans un Cours de Formation Politique en Santé. Quatre-vingt-huit travailleur a répondu à un entretien semi-structuré, dont le sujet analysé dans cette étude faisait référence à leur perception de cette relation. Une analyse de discours, du type frequenciale, a été utilisée et les unités de texte étaient les propositions et/ou les phrases. Les catégories les plus fréquentes étaient «Ils ont compris que les actions dans le contexte de la santé et de la Santé Collective sont politiques»; «Elargir la compréhension de la santé et penser différemment» et «Déconstruction des relations entre la Santé Collective et la politique». La perception des travailleurs à propos de la relation politique et de Santé Collective a élargi sa portée en fonction de la perspective critique désiré. Il est passé d’une vision institutionnelle à une vision totalisante dans sa situation de clivage de classe. Il était entendu que le processus d’enseignement-apprentissage expérimenté est ce qui pourrait être caractérisé par une (de)formation critique.El artículo analiza la percepción de trabajadores del Sistema Único de Salud sobre la relación política y Salud Colectiva a través de una mezcla de metodologías activas de enseñanza-aprendizaje en un Curso de Formación Política en Salud. Ochenta y ocho trabajadores que participaron del curso respondieron una entrevista semiestructurada, cuyo tema analizado se refirió a la percepción de ellos sobre esta relación. Se utilizó un análisis de contenido del discurso, del tipo frecuencial, cuyas unidades de texto fueron las proposiciones y/o sentencias. Las categorías más frecuentes fueron “Percibieron que las acciones en el contexto de la salud y de la Salud Colectiva son políticas”; “Ampliar la comprensión sobre salud y pensar de forma diferente” y “Desconstrucción sobre la relación entre salud colectiva y política”. La percepción de los trabajadores sobre la relación política y Salud Colectiva amplió su alcance de acuerdo con la perspectiva crítica deseada. Se pasó de una visión institucional para una visión totalizante en su situación de clivaje de clase. Se comprendió que el proceso de enseñanza-aprendizaje vivido es lo que podría caracterizarse con una verdadera (de)formación crítica.
URI: http://hdl.handle.net/10437/9858
Date: 2019


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