Arquitectura móvel: origem, evolução e futuro dos nómadas

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Arquitectura móvel: origem, evolução e futuro dos nómadas

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Title: Arquitectura móvel: origem, evolução e futuro dos nómadas
Author: Cantigas, Inês Jovita Serrano Borralho
Abstract: Esta dissertação analisa um campo específico da Arquitectura Móvel, é uma nova forma de entender a arquitectura, focalizada na mobilidade. Justifica a necessidade de mudanças nas relações entre habitantes, arquitectos, entidades públicas, tecnologias da habitação, construção... Partiu-se da contribuição de autores que se focalizaram na cidade, na mobilidade e no nomadismo. Analisamos proponentes que questionaram o sedentarismo. Esta arquitectura desenvolve-se num contexto industrial e técnico, mas tende a abandonar esta característica, em prol de uma absorção intrínseca ao sedentarismo. A arquitectura móvel procurou dar expressão física à nova dinâmica urbana de movimentos. Travou um diálogo com a arquitectura estática, apresentando uma série de propostas, participando na reconfiguração do espaço habitado. Não significa uma negação da cidade, ou da noção de urbanidade, pode é questionar-se a sua compatibilidade, já que esta, tem um espaço concreto, estável, construído, mas que pode interagir e integrar construções e infraestruturas sedentárias de transportes e manutenção.This dissertation analysis a specific field of the Mobile Architecture. It is a new way of understanding architecture focused on mobility. It justifies the need of change in relationships between inhabitants, architects, public entities, housing technologies and construction. A few author’s contribution, which focused their work on the city itself mobility and nomadism, was used. Tenderes that question sedentarism were analyzed. This architecture was developed in a technique and industrial context, but it tends to abandon this characteristic on behalf of an intrinsic absorption of sedentarism. Mobile architecture tried to give a physical expression to the new urban dynamic of movements. This was achieved presenting several proposals to static architecture and being part of the inhabitated space reconfiguration. This does not imply a city denial, or questions its urbanism definition. You can however question its compatibility once the city has a defined, stable and built space which can, however, interact and integrate transport and maintenance buildings as well as sedentary constructions.
Description: Orientação: António José de Santa-Rita
URI: http://hdl.handle.net/10437/7166
Date: 2013


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