O Jornalismo e os limites da representação

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O Jornalismo e os limites da representação

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dc.contributor.author Neto, António Fausto
dc.date.accessioned 2010-01-07T11:57:45Z
dc.date.available 2010-01-07T11:57:45Z
dc.date.issued 2001
dc.identifier.issn 1645-2585
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/10437/657
dc.description.abstract O texto reflecte, a partir do caso «Lula e o New York Times», os limites e as imposições do processo de enunciação dos discursos. Chama atenção para a importância que tem o âmbito da linguagem para a produção da actualidade jornalística, enfatizando que seu estatuto não se situa excludentemente no âmbito da cultura e dos valores relativos à produção da noticiabilidade. Os processos de produção de sentido são proferidos por estratégias discursivas em vários campos sociais. Mostra que o campo jornalístico é actor e paciente e finalmente, diz que o texto jornalístico além de condensar vários textos, é a instância quem controla os fluxos de sentidos uma vez que é quem profere o sentencimento da questão. Isso significa afirmar que apesar das manifestações de outros campos, subsiste a sentença jornalística que no seu próprio «fórum» faz permanecer as referências de suas convicções. por
dc.format application/pdf
dc.format.extent 90486 bytes
dc.format.mimetype application/pdf
dc.language.iso por
dc.publisher Edições Universitárias Lusófonas
dc.rights openAccess
dc.subject COMUNICAÇÃO
dc.subject JORNALISMO
dc.subject COMUNICAÇÃO SOCIAL
dc.title O Jornalismo e os limites da representação por
dc.type article
dc.description.abstract2 Inspiring itself in the case «Lula and the New York Times», this essay reflects on the limits and impositions of the enunciation process within discourse. It draws attention to the importance of language in the production of journalistic topicality, underscoring the fact that the latter’s status does not reside exclusively in the realm of culture nor in the values inherent in news production. The processes of production of meaning are moulded by discursive strategies in various social fields. This demonstrates that the journalistic field is both ‘agent’ and ‘patient’. From this perspective, the journalistic text manifests itself as a condensation of various texts, simultaneously controlling flows of meaning due to pronouncing judgements on any of various issues. This means that despite the possibility of other fields making themselves heard, journalistic sentencing subsists as a particular «forum» allowing for the survival of the references that constitute its own mode of judgement. eng


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