O estigma do preconceito : um estudo sobre representações de pacientes portadores de hanseníase no Município de Pedras de Fogo – Paraíba, Brasil

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O estigma do preconceito : um estudo sobre representações de pacientes portadores de hanseníase no Município de Pedras de Fogo – Paraíba, Brasil

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dc.contributor.author Lima, Adalmira Batista
dc.date.accessioned 2011-05-12T15:31:35Z
dc.date.available 2011-05-12T15:31:35Z
dc.date.issued 2009
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/10437/1150
dc.description Orientador: Ana Maria Gondim Valença pt
dc.description.abstract O objetivo desta pesquisa foi elaborar uma análise das Representações Sociais sobre a hanseníase e das condições sociais geradoras desta doença em pacientes do município paraibano de Pedras de Fogo, visto que o caráter cultural da enfermidade afeta a inserção do paciente com hanseníase na sociedade. Optou-se pela abordagem de natureza qualitativa. A população do estudo constituiu-se dos 11 pacientes diagnosticados no ano de 2005 no município. Os instrumentos utilizados para coleta de dados foram: os prontuários dos pacientes, um roteiro para entrevista semiestruturada, que foi gravada, após autorização dos sujeitos, com questões norteadoras para verificar as representações da doença, e também um questionário baseado em parâmetros do IBGE, do qual constavam a identificação e algumas características sociais, econômicas, educacionais e domiciliares do entrevistado. Como resultados observou-se que a maioria dos pacientes era do sexo feminino (72,72%); apresentavam baixo grau de alfabetização (45,45% eram analfabetos) e apenas um (9,09%) era universitário. Constatou-se a falta de emprego entre os entrevistados (somente 18,18% possuíam trabalho fixo); a renda mensal variou de ½ a 3 salários mínimos e só uma família (9,09%) apresentou rendimentos de 5 salários. Quanto às condições de moradia, a maioria das casas era de alvenaria e próprias, com banheiros e sanitários, tinham coleta de lixo e abastecimento de água de rede geral, porém todas com esgoto a céu aberto. Todos possuíam TV e, grande parte, também rádio. Quanto às Representações, os sujeitos do estudo tinham as lesões de pele e deformidades como maiores inquietações, alguns tentavam ocultar, enquanto outros arriscavam com ‘falsa naturalidade’ assumir a condição de hansenianos, o que fazia mudar suas identidades (virtual e real), num jogo de aceitação social, em que a mancha era o estigma para a exclusão. Assim, conclui-se que os pacientes incorporam os conhecimentos sobre a doença, atribuindo-lhes significados de acordo com suas crenças e valores. Por conseguinte, a maioria sofreu estigma ou se autoestigmatizou, sendo esta situação encontrada mesmo entre os que tiveram apoio da família e de amigos. pt
dc.format application/pdf
dc.language.iso por pt
dc.rights openAccess
dc.subject EDUCAÇÃO pt
dc.subject SOCIOLOGIA pt
dc.subject REPRESENTAÇÕES SOCIAIS pt
dc.subject EDUCATION en
dc.subject SOCIOLOGY en
dc.subject LEPRA en
dc.subject LEPROSY en
dc.subject MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO pt
dc.title O estigma do preconceito : um estudo sobre representações de pacientes portadores de hanseníase no Município de Pedras de Fogo – Paraíba, Brasil pt
dc.type masterThesis pt


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