Orientação positiva para a vida e processos autorregulatórios nos profissionais de saúde

DSpace/Manakin Repository

Orientação positiva para a vida e processos autorregulatórios nos profissionais de saúde

Show simple item record

dc.contributor.advisor Ferreira, Maria José Pereira, orient.
dc.contributor.author Pinto, Paula Alexandra Carvalho
dc.date.accessioned 2019-10-07T15:21:19Z
dc.date.available 2019-10-07T15:21:19Z
dc.date.issued 2019
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/10437/9806
dc.description Orientação: Maria José Pereira Ferreira pt
dc.description.abstract A orientação positiva para a vida, constructo que integra três dimensões teóricas relacionadas (otimismo, satisfação com a vida e autoestima), apesar de recente, tem vindo já a ser associado a níveis mais elevados de bem-estar e de realização. O autocontrolo, assim como a utilização de algumas estratégias de coping, também se tem revelado uma dimensão fundamental para uma adaptação com sucesso. A investigação com os profissionais de saúde tem incidido sobretudo nos fenómenos de stress e burnout, sabendo-se pouco sobre as dimensões promotoras de um funcionamento mais positivo. Nesse sentido, o presente estudo teve como objetivo clarificar o papel das estratégias de coping e do autocontrolo na orientação positiva para a vida num grupo de profissionais de saúde. Participaram neste estudo 135 profissionais de saúde, 86.7% do sexo feminino, com idades compreendidas entre os 24 e 66 anos (M = 38.05, DP = 11.33), 40% dos quais são médicos, 36.3% psicólogos e 23.7% enfermeiros. Foi administrado um inquérito online com as seguintes medidas: Questionário Sociodemográfico, a Escala de autocontrolo, a Escala de positividade e o Brief COPE. Os principais resultados obtidos demonstram que a orientação positiva para a vida se associa positiva e significativamente com os níveis de autocontrolo e com a utilização de estratégias de coping habitualmente consideradas mais adaptativas. Também se observou que os profissionais com níveis mais elevados de autocontrole recorrem menos a estratégias de coping consideradas desadaptativas. O autocontrolo, o coping focado na emoção e o coping evitante são preditores significativos de positividade, contrariamente ao coping focado no problema. Observaram-se ainda diferenças nos profissionais de saúde relativamente às estratégias de coping utlizadas. São discutidos os resultados obtidos e destacadas as principais implicações para a prática clínica especificamente com os profissionais de saúde, e ainda sublinhadas algumas orientações para investigações futuras. pt
dc.description.abstract The positive orientation to life, construct that integrates three related theoretical dimensions (optimism, life satisfaction and self-esteem), although recent, has already been associated with higher levels of well-being and achievement. Self-control as well as the use of some coping strategies have also proved to be key dimension for successful adaptation. Research with health professionals has focused mainly on the stress and burnout phenomena, knowing little about the dimensions that promote a more positive functioning. In this sense, the present study aimed to clarify the role of coping strategies and self-control in the positive orientation to life in a group of health professionals. A total of 135 health professionals, 86.7% females, aged between 24 and 66 years (M = 38.05, DP = 11.33), participated in this study, 40% of whom are doctors, 36.3% are psychologists and 23.7% nurses. An online survey was administered with the following measures: Demographic Questionnaire, Self-Control Scale, Positivity Scale and Brief COPE. The main results show that the positive orientation for life is positively and significantly associated with the levels of self-control and the use of coping strategies usually considered more adaptive. It was also observed that professionals with higher levels of self-control resort less to coping strategies considered to be maladaptive. Self-control, emotion-focused coping and avoidant coping are significant predictors of positivity, unlike problem-focused coping. Still observed differences in health professionals regarding the coping strategies used. The results obtained are discussed and highlighted the main implications for clinical practice specifically for healthcare professionals. Future research guidelines are also underline. en
dc.format application/pdf
dc.language.iso por pt
dc.rights openAccess
dc.subject MESTRADO EM PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE pt
dc.subject PSICOLOGIA pt
dc.subject POSITIVIDADE pt
dc.subject ESTRATÉGIAS DE COPING pt
dc.subject AUTOCONTROLO pt
dc.subject PSYCHOLOGY en
dc.subject POSITIVITY en
dc.subject COPING STRATEGIES en
dc.subject SELF-CONTROL en
dc.title Orientação positiva para a vida e processos autorregulatórios nos profissionais de saúde pt
dc.type masterThesis pt
dc.identifier.tid 202261883 pt


Files in this item

Files Size Format View Description
TESE FINAL -Alexandra Pinto.pdf 1.441Mb PDF View/Open Dissertação de Mestrado

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record

Search DSpace


Advanced Search

Browse

My Account