Os riscos da simpatia desinteressada na prática da justiça

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Os riscos da simpatia desinteressada na prática da justiça

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dc.contributor.author Queiroz, Regina
dc.date.accessioned 2019-05-10T16:19:59Z
dc.date.available 2019-05-10T16:19:59Z
dc.date.issued 2019
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/10437/9541
dc.description.abstract Admitindo que a justiça consiste na procura de um equilíbrio nas práticas em que existem interesses rivais e pretensões antagónicas e em que as pessoas reivindicam os seus direitos face a outras, o utilitarismo estipula que a capacidade para se ser justo e imparcial advém da renúncia a qualquer interesse pessoal: quem é imparcial não tem qualquer fim pessoal e quem persegue um fim particular não é imparcial. Todavia, a crítica de Rawls ao utilitarismo ressalva que para além de a pessoa que escolhe à luz do princípio de utilidade não ter quaisquer objectivos que sejam seus, a despersonalização e o desinteresse do observador imparcial: a) implicam que a ordenação das utilidades releve do seu dictat; b) intensificam a discriminação interindividual. À descrição utilitarista a teoria rawlsiana da justiça contrapõe a justificação da prática da justiça no sentido da justiça e nos interesses pessoais. Recorremos ao caso concreto da remuneração dos Chief Executive Officer (CEO) para ilustrar as diferenças entre as perspectivas utilitarista e rawlsiana. pt
dc.format application/pdf
dc.language.iso por pt
dc.publisher Edições Universitárias Lusófonas pt
dc.rights openAccess
dc.subject JUSTIÇA pt
dc.subject JUSTICE en
dc.subject IMPARCIALIDADE pt
dc.subject IMPARTIALITY en
dc.title Os riscos da simpatia desinteressada na prática da justiça pt
dc.type article pt


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