A auto-eficácia na adaptação aos desafios do envelhecimento

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A auto-eficácia na adaptação aos desafios do envelhecimento

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Title: A auto-eficácia na adaptação aos desafios do envelhecimento
Author: Cruz, Cristina; Navarro Pardo, Esperanza; Pocinho, Ricardo; Anjos, Vítor Nuno; Jacob, Luis
Abstract: Este artigo aborda a problemática do envelhecimento com qualidade de vida e bem-estar, estudada no contexto de adultos portugueses que frequentam Universidades Seniores em Portugal. Pretende-se especificamente, numa análise exploratória, conhecer a perceção da auto-eficácia na compreensão do bem-estar e qualidade de vida destas pessoas, através do construto de bem-estar subjetivo (BES). Para o efeito, foi realizado um trabalho empírico de natureza não experimental correlacional, que abrangeu 214 alunos de 7 Universidades Seniores portuguesas, com idades compreendidas entre os 51 e 86 anos, média de 68,26 anos. Os dados foram recolhidos por questionário, através dos seguintes instrumentos: questionário sociodemográfico, Escala de Satisfação com a Vida (SWLS) e Escala de Afeto Positivo e de Afeto Negativo (PANAS) e Escalas PALADIN. Verificou-se nos principais resultados que a maioria das correlações encontradas são significativas, exceto no caso da auto-eficácia na área das finanças com a afetividade negativa. Estes resultados permitem corroborar que seniores mais ativos em termos das 5 áreas centrais da vida, consideradas neste estudo, apresentam níveis superiores de bem-estar.This article discusses the issue of ageing with quality of life and well-being, studied in the context of Portuguese Senior Universities’ attendants. It is intended specifically to understand in an exploratory analysis, it is intended to know the perception of self-efficacy in understanding the well-being and quality of life of these people, through the subjective well-being construct (BES). For this purpose, empirical work of a non - experimental correlational nature was carried out, covering 214 students from 7 Portuguese Senior Universities, aged between 51 and 86 years (Mean age = 68.26 years). Data were collected by questionnaire, using the following instruments: sociodemographic questionnaire, Life Satisfaction Scale (SWLS) and Positive Affect and Negative Affect Scale (PANAS) and PALADIN Scales. It was verified in the main results that the majority of the correlations found are significant, except in the case of the self-efficacy in the area of the finances with the negative affectivity. These results allow us to corroborate that the most active seniors in terms of the five central areas of life considered in this study present higher levels of well-being.Cet article traite des questions liées au vieillissement de la qualité de vie et le bien-être, étudiés dans le contexte des adultes qui fréquentent les universités seniors au Portugal. On souhaite, spécifiquement, dans une analyse exploratoire, connaître la perception de l’auto-efficacité dans la compréhension du bien-être et la qualité de vie des personnes à travers le constructu du bien-être subjectif. À cette fin, on a mené une étude empirique de nature corrélationnelle et pas expérimentale, qui a abregé 214 étudiants de sept universités portugaises seniors, âgés de 51 et 86 ans (âge moyen = 68.26 ans). Les données ont été recueillies par questionnaire, à travers les instruments suivants: questionnaire sociodémographique, Satisfaction avec Life Scale (SWES) et échelles Affection Échelle affect positif et négatif (PANAS) et PALADIN. On a vérifié que, sur les principaux résultats, la plupart des corrélations trouvées sont significatives, sauf dans le cas de l’auto-efficacité dans le domaine financier avec affectivité négative. Ces résultats confirment que les âgés les plus actif en 5 zones centrales de la vie, considérées dans cette étude, présentent des niveaux plus élevés de bien-être.Este artículo trata del problema del envejecimiento con la calidad de la vida y del bienestar, estudiado en el contexto de las personas mayores. Específicamente, en un análisis exploratorio, se pretende conocer la percepción de autoeficacia en la comprensión del bienestar y la calidad de vida de estas personas, a través del constructo de bienestar subjetivo (BES). Para ello, se realizó un trabajo empírico de naturaleza correlacional no experimental, que abarcó a 214 personas de 51 a 86 años (edad media = 68.26 años). Los datos fueron recogidos por cuestionario, utilizando los siguientes instrumentos: cuestionario sociodemográfico, Escala de Satisfacción de Vida (SWLS) y Escala de Afecto Positivo y de Afecto Negativo (PANAS) y Escalas PALADIN. Se constató en los principales resultados que la mayoría de las correlaciones encontradas son significativas, excepto en el caso de la autoeficacia en el área de las finanzas con la afectividad negativa. Estos resultados nos permiten corroborar que las personas mayores en términos de las cinco áreas centrales de vida consideradas en este estudio presentan mayores niveles de bienestar.
URI: http://hdl.handle.net/10437/8599
Date: 2018


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