10. Franco-maçonaria e Esoterismo

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Título: 10. Franco-maçonaria e Esoterismo
Autor: Ventura, António Pires; Bobet, Valeria Aguiar; Camargo, Felipe; Lomelino de Freitas, Rui
Resumo: Um sistema de ritos nos quais, através da alegoria e do símbolo se procura proporcionar ao iniciado a Iluminação e uma irmandade de filósofos-construtores – este é o ideal da maçonaria que influenciou diversos desenvolvimentos científicos, culturais, políticos e sociais até aos dias de hoje.
Descrição: Um sistema de ritos nos quais, através da alegoria e do símbolo se procura proporcionar ao iniciado a Iluminação e uma irmandade de filósofos-construtores – este é o ideal da maçonaria que influenciou diversos desenvolvimentos científicos, culturais, políticos e sociais até aos dias de hoje. Está fora do âmbito deste painel temático definir a Franco-maçonaria como um movimento esotérico ou como não-esotérico. A prioridade que a maçonaria especulativa (historicamente, desde as constituições de Anderson de 1723) deu desde sempre ao livre-pensamento, não se compagina com a fixação de rótulos muito deterministas. Porém não escapa a qualquer análise a presença explícita de elementos do pensamento esotérico ocidental – mais concretamente provenientes do hermetismo, do neoplatonismo, do cristianismo gnóstico, da teosofia cristã, da cabala, da alquimia, do movimento rosacruz. Isso é visível no discurso simbólico e nos símbolos, na composição das narrativas mitológicas e na organização conceptual filosófica. A referência directa a uma Gnose através dos tempos, está presente também, explicitamente na obra filosófica de reconhecidos maçons criadores dos ritos, nomeadamente, por exemplo, no do rito escocês e nas palavras do cavaleiro Ramsay, na sua obra Os Princípios Filosóficos da Religião Natural e Revelada: explicados numa ordem geométrica. O eixo temático deste painel inclui questões como: • 1. Compreender mais amplamente as raízes e o sentido esotérico da simbólica maçónica; • 2. Reconhecer as fontes espirituais deste movimento no séc. XVII, no Renascimento e na Antiguidade; • 3. Compreender em que medida por sua vez os valores e ideais trabalhados na Franco-maçonaria inspiraram e promoveram o nascimento de novos movimentos esotéricos; • 4. Como e em que medida as próprias obediências maçónicas – permeando-se do “espírito do seu tempo” foram influenciadas pela busca existencial, pelas concepções e pelas práticas de movimentos esotéricos entretanto surgidos.  
URI: http://hdl.handle.net/10437/7633
Data: 2017-01-16


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