Artrite reumatóide e exercícios propriocetivos atividade da doença, capacidade funcional, composição corporal e biomecânica da marcha

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Artrite reumatóide e exercícios propriocetivos atividade da doença, capacidade funcional, composição corporal e biomecânica da marcha

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Título: Artrite reumatóide e exercícios propriocetivos atividade da doença, capacidade funcional, composição corporal e biomecânica da marcha
Autor: Aleixo, Pedro Miguel Rosmaninho
Resumo: Objetivos – Avaliar os efeitos dos exercícios propriocetivos sobre mulheres pós menopáusicas com artrite reumatóide (MPAR). Especificamente, examinar a atividade da doença, capacidade funcional, composição corporal e biomecânica da marcha. Métodos – 27 MPAR colocadas no grupo de exercício (GE; n=15) ou no grupo de exercício placebo (GEP; n=12). GE: exercícios propriocetivos; 12 semanas; 3 sessões individualizadas/semana; 30 minutos/sessão. GEP: exercícios de alongamento para tronco e membros superiores; 12 semanas; 1 sessão quinzenal individualizada; 30 minutos/sessão. Disease Activity Score-28 joints (DAS-28) avaliou atividade da doença. Health Assessment Questionnaire (HAQ) avaliou a capacidade funcional. Composição corporal avaliada por bioimpedância. Marcha examinada por análise tridimensional do movimento (200Hz) sincronizado com uma plataforma de forças (1000Hz). Resultados – GE: menor HAQ score (p<0.001); maior velocidade da marcha (p<0.05); maior comprimento da passada (p<0.05); menor percentagem da fase de duplo apoio (p<0.05); maior velocidade do centro de massa (p<0.05); maior pico máximo da potência articular do tornozelo (p<0.05); não foram encontradas diferenças no DAS-28, composição corporal e rigidez dinâmica articular do tornozelo. GEP: não foram encontradas diferenças. Conclusões – Exercícios propriocetivos em MPAR parecem ser seguros; verificaram-se, como resultado destes exercícios, evidências da melhoria da capacidade funcional e da aproximação aos valores normativos das variáveis biomecânicas da marcha.Objectives – Assess the effects of proprioceptive exercises on rheumatoid arthritis postmenopausal women (RAPW). Specifically, to assess disease activity, functional capacity, body composition, and gait biomechanics. Methods – Twenty-seven RAPW assigned to exercise group (EG; n=15) or to placebo exercise group (PEG; n=12). EG performed a 12-week proprioceptive exercises individualized program (3 sessions/week; 30 minutes/session) and PEG performed a 12-week individualized program of stretching exercises for trunk and upper limbs (1 session every two weeks; 30 minutes/session). Disease Activity Score-28 joints (DAS-28) assessed disease activity. Health Assessment Questionnaire (HAQ) assessed functional capacity. Body composition assessed by a bioelectrical impedance analysis. Gait assessed by a threedimensional motion analysis (200Hz) synchronized with a force plate (1000Hz). Results – After program, EG showed: lower HAQ score (p<0.001), higher gait speed (p<0.05), higher stride length (p<0.05), lower percentage of double support phase (p<0.05), higher centre of mass velocity (p<0.05), and higher ankle power peak (p<0.001); no differences in DAS-28, body composition, and DJSankle. After program, PEG showed no differences. Conclusions – Proprioceptive exercises seem to be safe in RAPW; were verified, as a result of these exercises, evidence of improvement of the functional capacity and evidence of approximation to the normative values of the gait biomechanical variables.
Descrição: Orientação : João Manuel Cunha da Silva Abrantes
URI: http://hdl.handle.net/10437/7423
Data: 2016


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