Entre prisão e exílio: rompendo com a cartografia do feminino

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Entre prisão e exílio: rompendo com a cartografia do feminino

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dc.contributor.author Álvares, Cláudia
dc.date.accessioned 2010-01-05T10:54:05Z
dc.date.available 2010-01-05T10:54:05Z
dc.date.issued 2001
dc.identifier.issn 1645-2585
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/10437/620
dc.description.abstract Neste artigo pretende apontar-se para uma crítica da representação da subjectividade feminina, sendo a representação sinónima de territorialização ou cartografia do feminino. A tentativa de se descentrar o mapeamento vigente envolve uma ruptura no modelo que pressupõe uma coincidência entre significante feminino e significado dominante, dando lugar ao jogo infinito de significação enquanto acto político. A geografia feminista da década de 80, refém dos conceitos marxistas de produção e reprodução, conceitos esses alusivos às esferas pública e privada respectivamente, ainda se movimenta no âmbito do essencialismo feminino. Contudo, ao admitir a ideia de excesso, de uma suplementaridade que escapa irremediavelmente a qualquer tentativa de contenção, ao mesmo tempo que indicia os perigos decorrentes de uma política rizomática totalmente descentrada, o feminismo contemporâneo abre caminho a uma nova geografia assente num ‘essencialismo estratégico’, apelando a uma vigilância constante no sentido de não extra-polar do local para o global. por
dc.format application/pdf
dc.format.extent 79916 bytes
dc.format.mimetype application/pdf
dc.language.iso por
dc.publisher Edições Universitárias Lusófona
dc.rights openAccess
dc.subject COMUNICAÇÃO
dc.subject SOCIOLOGIA CONTEMPORÂNEA
dc.subject SOCIOLOGIA DO GÉNERO
dc.subject ESTABELECIMENTOS PRISIONAIS
dc.title Entre prisão e exílio: rompendo com a cartografia do feminino por
dc.type article
dc.description.abstract2 This article aims to point towards a critique of the representation of feminine subjectivity, presuming that representation corresponds to a territorialisation or cartography of the feminine. The attempt to decenter the prevailing map of femininity involves provoking a rupture in the model whereby a feminine signifier coincides with a dominant signified, thus paving the way towards the free play of signification as a political act. Feminist geography of the 1980’s,caught in-between the marxist concepts of production and reproduction, allusive to the public and private spheres respectively, is fundamentally essentialist. However, by posi -ting the idea of excess, of a supple men tarity that inextricably escapes any attempt at containment, whilst simultaneously alerting us to the dangers of a completely decentered, rhizomatic politics, contemporary feminism is conducive to a new geography inspired on ‘strategic essentialism’. Appealing to constant vigilance in epistemological practice, the latter concept precludes the extrapolation from the local to the global. eng


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