A memória disputada: anonimato e outros dramas da visibilidade pública

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A memória disputada: anonimato e outros dramas da visibilidade pública

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dc.contributor.author Andrade, Rogério de
dc.date.accessioned 2010-01-04T15:07:17Z
dc.date.available 2010-01-04T15:07:17Z
dc.date.issued 2001
dc.identifier.issn 1645-2585
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/10437/607
dc.description.abstract Neste artigo começamos por salientar que a memória, ou mais precisamente uma estrutura institucionalizada de memória, tem hoje um valor estratégico e constitui um activo importante tanto para os indivíduos como para as organizações, tornando-se objecto de complexas disputas estratégicas. Mostra mos então que não existe institucionalização bem sucedida sem que os edifícios de sentido que aspiram à visibilidade social (pessoas e imagens públicas, caricaturas, marcas, tecnologias, formatos televisivos, projectos editoriais, ambições ou denegrições, etc.) se acolham em estruturas institucionalizadas de memória a que se encontram associadas formas de cotação social – como sejam, para falar apenas das mais inesperadas, os júris residentes ou anónimos de espectadores televisivos, os júris de festivais de publicidade, os clubes de fãs ou as claques desportivas. Sustentamos que é apenas nesse momento que os edifícios de sentido vêem o seu valor reconhecido. De outro modo, é a queda no inorgânico que os espera, isto é, o anonimato social, político ou económico. por
dc.format application/pdf
dc.format.extent 112549 bytes
dc.format.mimetype application/pdf
dc.language.iso por
dc.publisher Edições Universitárias Lusófona
dc.rights openAccess
dc.subject COMUNICAÇÃO
dc.subject IDENTIDADE
dc.subject COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL
dc.subject SOCIOLOGIA DA COMUNICAÇÃO
dc.subject COMMUNICATION en
dc.subject IDENTITY en
dc.subject ORGANIZATIONAL COMMUNICATION en
dc.subject SOCIOLOGY OF COMMUNICATION en
dc.title A memória disputada: anonimato e outros dramas da visibilidade pública
dc.type article por
dc.description.abstract2 In this article we begin to stress that me - mory, more precisely an institutionalized structure of memory, has reached in our days a strategic value and constitutes an important asset both for individuals and organizations, having become the object of complex strategic disputes. We then show that there is no successful institutionalization process unless edifices of meaning that long for visibility (public ima ges, caricatures, brands, technologies, TV formats, editorial projects, ambitions, denigrations, etc.) are lodged in institutionalized structures of me mory that are associated with forms of social rating such as – and to mention only some unexpected ones – resident or anonymous juries of TV viewers, juries of advertising festivals, fan clubs or sports suppor ters. We argue that is only at this moment that edifices of meaning will see their value acknowledged. Other wise, a fall into the inorganic is awaiting them, a kind of social, political or economical anonymity. eng


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