Qualidade de vida e comportamento emocional em enfermeiros

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Qualidade de vida e comportamento emocional em enfermeiros

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Title: Qualidade de vida e comportamento emocional em enfermeiros
Author: Páscoa, Ana Beatriz Amaral Almeida
Abstract: O trabalho por turnos pode influenciar o bem estar dos indivíduos devido a alterações dos ritmos biológicos, causando perturbações na saúde, a nível psicológico e físico, prejudicando a relação familiar, social e a capacidade para o trabalho, no entanto, o trabalho por turnos na enfermagem, é essencial para que haja uma continuidade na prestação de cuidados de saúde aos doentes hospitalizados. Este estudo tem como principal objetivo avaliar a qualidade de vida e o comportamento emocional nos enfermeiros. A amostra foi composta por 130 enfermeiros da cidade de Ponta Delgada, nos Açores, constituída por 104 mulheres e 26 homens, apresentando uma média de idades de 34, 88 anos (DP=9,556). Para a investigação foram utilizados o Questionário WHOQOL-Bref, de Vaz Serra, Canavarro, Simões, Pereira, Gameiro, Quartilho e Paredes (2006), SPANE, de Diener, Wirtz, Tov, Kim-Prieto, Oishi (2010), Florescer, de Diener, Wirtz, Biswas-Diener, Tov, Kim-Prieto, e Choi (2009), SWLS, de Diener, Emmons, Larsen e Griffin (1985), QEWB, de Waterman, Schwartz, Zamboanga, Ravert, Williams, Agocha, Kim e Donnellan (2010) e o Termómetro de Baptista. Os resultados obtidos demonstraram que os enfermeiros casados são os mais satisfeitos com a vida e os divorciados apresentam mais bem estar psicológico, sendo que a maioria considera a sua qualidade de vida boa. Os enfermeiros que trabalham por turnos manifestam mais sentimentos positivos e não consideram que esse horário prejudica o seu sono e os enfermeiros mais felizes são os que estão satisfeitos com a sua remuneração.Shift work can influence the well-being of individuals by causing changes in their biological rhythms, with disruptions in their health, both psychologically and physically, and by causing harm to their family and social relationships, and also to their working skills, however, shift work in nursing is essential to provide continuity of care for hospitalized patients. The main objective of this study is to evaluate the quality of life and the emotional behavior of nurses. The sample consists of 130 nurses from the city of Ponta Delgada, Azores, comprising 104 women and 26 men, at the average age of 34, 88 years (SD = 9.556). For the investigation we used the WHOQOL-Bref Questionnaire, by Vaz Serra, Canavarro, Simões Pereira, Gameiro, Pint and Walls (2006), SPANE by Diener, Wirtz, Tov, Kim-Prieto, and Oishi (2010), Blossoming from Diener, Wirtz, Biswas-Diener, Tov, Kim-Prieto, and Choi (2009), SWLS by Diener, Emmons, Larsen and Griffin (1985), QEWB by Waterman, Schwartz, Zamboanga, Ravert, Williams, Agocha, Kim and Donnellan (2010) and Thermometer by Baptista. Results showed that married nurses are more satisfied with life while divorced nurses achieve a higher psychological well-being, although the majority of them consider their quality of life as being good. Nurses who work in shifts express more positive feelings and do not consider that this kind of schedule affects their sleep, and the happiest of all are those who are satisfied with their wages.
Description: Orientação: Américo Baptista
URI: http://hdl.handle.net/10437/5021
Date: 2012


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