Igreja de mártires : o martírio como símbolo e condição do ser-cristão

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Igreja de mártires : o martírio como símbolo e condição do ser-cristão

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dc.contributor.author Chã, João J. Vila
dc.date.accessioned 2013-11-19T11:38:29Z
dc.date.available 2013-11-19T11:38:29Z
dc.date.issued 2009
dc.identifier.issn 1645-5584
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/10437/4216
dc.description.abstract Partindo de alguns dos mais importantes estudos exegético-interpretativos realizados por Erik Peterson (1890-1960), o presente artigo pretende sobretudo demonstrar a importância que o tema do Martírio tem no âmbito tanto da Teologia neo-testamentária como da história da Igreja. Mostra-se, assim, a importância de um texto como Mateus 10, aí onde se narra os termos em que Jesus envia os Apóstolos, e isso para mostrar como, na Igreja, o martírio brota simplesmente do facto de a Mensagem evangélica não se dirigir a uma humanidade abstracta ou considerada de forma neutral, mas, pelo contrário, antes se verifica que o Apóstolo é, por definição, enviado a anunciar o Evangelho do Reino de Deus mesmo em situações em que as estruturas sociais ou as pessoas individuais não estejam dispostas a, sem mais, receber o Kerygma. Daí, por exemplo, a importância de se reconhecer que os Apóstolos são enviados “como ovelhas para o meio de lobos” e, não menos, como, bem feitas as contas, estes sempre tendem a ser mais do que aquelas. Mostra-se também, nomeadamente a partir de uma breve leitura do Livro do Apocalipse, que num tempo, como o nosso, em que o mistério da iniquidade não cessa de se manifestar, nomeadamente mediante a ausência na sociedade humana de uma efectiva vigência da Lei de Deus, a condição de ser chamado a dar testemunho é, por definição, própria a todas as pessoas que, pelo Baptismo, se encontram realmente incorporadas no Mistério de Cristo. Em suma, o artigo mostra como a vida da Igreja está destinada a ser uma vida vivida no contexto da Grande Tribulação e como, assim, até ao fim, tem de permanecer. Acima de tudo, porém,evidencia-se que uma vida de testemunho só pode ser aquela a que, plenamente, se aplicam as Bem aventuranças proclamadas no Sermão da Montanha, pois a Felicidade de que os Evangelhos nos falam é, no final de contas, sempre aquela que nada melhor ilustra do que o testemunho dos Mártires. pt
dc.format application/pdf
dc.language.iso por pt
dc.publisher Edições Universitárias Lusófonas pt
dc.rights openAccess
dc.subject RELIGIÃO pt
dc.subject RELIGION pt
dc.subject CATOLICISMO pt
dc.subject CATHOLICISM pt
dc.subject BÍBLIA pt
dc.subject BIBLE pt
dc.subject EVANGELIZAÇÃO pt
dc.subject EVANGELIZATION pt
dc.subject MÁRTIRES pt
dc.subject MARTYRS pt
dc.subject IGREJA CATÓLICA PT
dc.subject CATHOLIC CHURCH EN
dc.subject CRISTIANISMO PT
dc.subject RELIGIÃO CATÓLICA PT
dc.subject TEXTOS SAGRADOS PT
dc.subject CHRISTIANISM EN
dc.subject CATHOLIC RELIGION EN
dc.subject SACRED TEXTS EN
dc.title Igreja de mártires : o martírio como símbolo e condição do ser-cristão pt
dc.type article pt


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